Feira passa a funcionar ao lado da Praça das Bandeiras, na Vila do Doce, ampliando fluxo de visitantes e potencial de vendas para artesãos
A Prefeitura de Ribeirão Pires, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo, iniciou nesta sexta-feira (28) uma nova fase do Circuito das Artes, agora instalado em um dos principais cartões-postais da cidade: a Praça das Bandeiras, na Vila do Doce. A feira passa a acontecer na rua Dr. Felício Laurito, ao lado do Reino Encantado, mantendo o funcionamento de sexta a sábado, das 8h às 17h.
A mudança, motivada pelas obras de requalificação da Rua do Comércio, acabou proporcionando um novo cenário para o Circuito, inserindo os artesãos em uma área turística consolidada, com maior circulação de visitantes e perfil familiar — fator que já impacta positivamente nas vendas.


Artesão há três anos, Benedito Roberto dos Santos, que trabalha com marchetaria, destaca a diferença no movimento. “Foi uma mudança muito positiva. Aqui passa muito mais gente e o público que vem para passear também consome. Estar perto do Reino Encantado traz muitas famílias, isso faz toda a diferença para nós”, afirmou.
A percepção é compartilhada por Jair Domingues de Oliveira, que produz bolsas artesanais e rasteirinhas em couro. “O clima aqui é diferente. A energia é outra, mais familiar, mais tranquila. E já no começo do dia consegui boas vendas, o que mostra o potencial desse novo espaço”, comentou.
A alteração no local ocorre em função das intervenções na Rua do Comércio, que integram o programa de modernização viária do município. O projeto prevê a reabertura da via para circulação de veículos leves, com implantação de piso drenante, nova sinalização, iluminação pública, melhorias na infraestrutura hidráulica, paisagismo e instalação de totem de segurança.
As obras também contemplam mudanças no entorno, como a transformação da Rua Euclides da Cunha em mão dupla, implantação de rotatória, adequações viárias e criação de vagas para motocicletas, ampliando a mobilidade e facilitando o acesso às principais vias da região central.
Texto: Ghretta Pasuld / Fotos: Gabriel Moraes (PMETRP)
